O ato em apoio à reeleição de Lula (PT) em São Paulo, realizado no dia 11/10/2026, atraiu mais de 1 milhão de pessoas, segundo a campanha do presidente. No entanto, o evento foi marcado por vandalismo e graves denúncias de agressões a mulheres.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou tumultos e depredações na Avenida Paulista, especialmente durante a dispersão dos manifestantes. A Polícia Militar relatou que portas e grades de acesso foram quebradas na estação Consolação do metrô, e houve atritos com funcionários, mas a situação foi controlada.
Imagens da CNN Brasil mostraram pessoas em cima da cobertura de vidro da estação Trianon-Masp, onde a frase ‘Viva a Revolução’ foi pichada. Além disso, a ativista de direita Tamires Cardoso, de Guarulhos, denunciou ter sido agredida por militantes lulistas, afirmando que foi atacada após expor uma figura de papelão de Flávio Bolsonaro (PL).
Tamires relatou: ‘Fui agredida, levei soco, chute. Tentaram me derrubar no chão e roubar meu celular’. Outro relato de agressão a mulheres foi registrado, onde uma manifestante sofreu ofensas sexistas e ameaças por parte de apoiadores do presidente. A revista Oeste divulgou um vídeo mostrando as hostilidades, enquanto policiais a escoltavam para fora do ato.
Opinião
O ato de apoio a Lula, que deveria ser um momento de celebração, se transformou em um cenário de violência e desordem, levantando questões sobre a segurança e o respeito às mulheres em manifestações políticas.





