Edson Vasconcelos, o vice-governador eleito do Paraná, fez duras críticas ao aumento do endividamento público e à estagnação do PIB brasileiro, que permanece em 2.2 nos últimos 15 anos. Em uma entrevista ao programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo, ele comparou a mudança necessária na economia do Brasil a um “cavalo de pau em um transatlântico”, enfatizando a necessidade de uma nova direção que coloque a produtividade no centro das discussões econômicas.
Vasconcelos, que assumiu a presidência da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) em outubro de 2023, defende que a produtividade não se resume a trabalhar mais, mas sim a produzir mais com o auxílio de tecnologia e eficiência. Ele destacou que o atual governo criminaliza a palavra produtividade, o que, segundo ele, é um erro grave.
Desafios econômicos e segurança
O novo vice-governador também abordou a questão do crime organizado, mencionando o PCC como uma séria ameaça ao ambiente de negócios no Paraná. Ele afirmou que o crime organizado possui um planejamento de longo prazo que falta ao poder público, o que impacta negativamente a atração de investimentos. Em suas conversas com empresários japoneses, a segurança foi apontada como a principal demanda, reforçando a importância do tema.
Na gestão de Sérgio Moro, a segurança será uma prioridade. Vasconcelos acredita que o Paraná pode se tornar um exemplo de como tratar esse problema, especialmente devido à trajetória de Moro e sua associação com a Lava Jato.
Opinião
A visão de Edson Vasconcelos sobre a produtividade e segurança reflete preocupações legítimas que precisam ser abordadas para garantir um futuro econômico mais sólido no Paraná.





