A senadora Leila Barros (PDT-DF), conhecida como Leila do Vôlei, solicitou uma licença médica de quatro meses e não retornará mais ao Senado após sua derrota nas eleições de 2026. Ela ficou em 3º lugar na disputa, recebendo 686.340 votos, enquanto Michelle Bolsonaro foi a mais votada com 938.496 votos e Bia Kicis obteve 886.616 votos.
Leila apresentou o requerimento de licença ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AL), no dia 5 de outubro, e sua solicitação foi aprovada no dia seguinte. O afastamento, que não é remunerado, foi justificado pela senadora como uma necessidade de “cuidar da saúde e de assuntos particulares”, mas não foram divulgadas informações sobre seu estado de saúde.
Assunção de Leany Lemos
A primeira suplente de Leila, Leany Lemos (PSB-DF), assumiu o cargo de senadora na tarde do dia 6 de outubro. Ela ocupará a posição até a posse da nova legislatura, marcada para 1º de fevereiro de 2027. Em seu discurso, Leany se comprometeu a atuar em defesa da democracia e da qualidade das instituições, além de promover políticas públicas transparentes e eficientes.
Leany Lemos possui uma trajetória acadêmica e profissional notável, com formação em letras, mestrado em ciências políticas, e experiência como secretária do Planejamento do Rio Grande do Sul e CEO do Instituto Trajetórias, que apoia alunos em mestrados internacionais.
Opinião
A saída de Leila Barros do Senado e a ascensão de Leany Lemos marcam uma nova fase política no Distrito Federal, evidenciando a necessidade de renovação e adaptação às demandas da população.





