Várias entidades paranaenses do setor produtivo e da sociedade civil uniram forças para fazer um apelo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a fim de que respeite o direito de voto da população paranaense. Entre as entidades que assinam a solicitação estão a Associação Comercial do Paraná, o Sistema Faep, a Fiep-PR, a Ocepar, a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), além da Gazeta do Povo, do Instituto Democracia e Liberdade (IDL), da ADVB-PR, do Instituto Liberal, do Amplifica Brasil e do Instituto Sivis.
O apelo foi formalizado em 02 de outubro de 2026, e as entidades pedem que o TSE evite decisões de última hora, a menos de 48 horas da abertura das urnas, que possam alterar de forma decisiva o pleito. Segundo elas, tais mudanças poderiam prejudicar a capacidade dos eleitores de reavaliar suas escolhas, criando um problema democrático grave.
Guilherme Cunha Pereira, presidente da Gazeta do Povo, ressaltou que, caso algum candidato seja considerado inelegível, a solução mais adequada seria resolver essa situação após o pleito, realizando uma eleição suplementar. Isso garantiria que todos os eleitores tivessem o tempo e a informação necessária para que o resultado da votação correspondesse à vontade popular. “Não se trata de proteger um candidato, mas de proteger a eleição”, afirmou Cunha Pereira.
Opinião
A mobilização das entidades paranaenses reflete a preocupação com a integridade do processo eleitoral, essencial para a democracia.





