Eleições

Senado Federal revela salários e benefícios de senadores em meio às eleições de 2026

Senado Federal revela salários e benefícios de senadores em meio às eleições de 2026

O Senado Federal possui atualmente 81 senadores, sendo três representantes para cada estado e três para o Distrito Federal. Com as eleições marcadas para 4 de outubro de 2026, os eleitores terão a responsabilidade de escolher dois senadores por estado, totalizando 54 das 81 vagas a serem preenchidas.

Diferentemente dos deputados federais, os senadores têm um mandato de oito anos, e a eleição ocorre pelo sistema majoritário. O papel do senador é crucial, pois ele representa seu estado no Congresso Nacional, participa da elaboração, discussão e votação de projetos de lei, e fiscaliza atos do governo federal.

O que faz um senador?

Os senadores têm diversas responsabilidades, incluindo convocar ministros de Estado, apresentar requerimentos e participar de comissões parlamentares de inquérito. Além disso, o Senado é responsável por processar e julgar o presidente e o vice-presidente da República por crimes de responsabilidade, entre outras funções privativas.

Quanto ganha um senador?

Atualmente, um senador recebe um salário bruto de R$ 46.366,19 por mês, o que totaliza R$ 556.394,28 por ano. Ao longo de um mandato completo, esse valor chega a R$ 4.543.886,62, considerando as duas ajudas de custo de mesmo valor no início e no fim do mandato.

Benefícios e verbas adicionais

Além do salário, os senadores têm direito à Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores (CEAPS), que inclui uma verba indenizatória de R$ 15 mil e pode variar conforme o estado do senador. Para senadores de Roraima, por exemplo, a CEAPS pode chegar a R$ 53.456,63 por mês.

Os senadores também podem receber um auxílio-moradia que pode alcançar R$ 5.500 por mês, totalizando até R$ 528 mil ao longo de um mandato, caso não utilizem um imóvel funcional.

Opinião

Os altos salários e benefícios dos senadores levantam questões sobre a representatividade e a responsabilidade no uso de recursos públicos, especialmente em tempos de crise econômica.