Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) suspenderam a greve que começou nas primeiras horas de 04/08/2026 e afetou as linhas 11, 12, 13 e o Expresso Aeroporto. A decisão foi tomada em assembleia, onde foi aceita a proposta do governo estadual, mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que atendeu à principal reivindicação da categoria.
A proposta garantiu trabalho para os mais de 4.600 trabalhadores diretos que atuavam nas linhas afetadas, que haviam sido concedidas ao setor privado em julho. O governo de São Paulo formalizou em 05/08/2026 um projeto de lei específico para esses trabalhadores, assegurando a realocação dos 1.300 funcionários que ainda não haviam sido designados a novos postos de trabalho.
Embora a greve tenha sido suspensa, o sindicato informou que a categoria permanecerá em estado de greve, acompanhando de perto o cumprimento dos compromissos assumidos pelo governo e a evolução das negociações. Com o fim da greve, os trabalhadores retomaram suas atividades ainda na quarta-feira.
Impactos da Greve
A mobilização dos trabalhadores da CPTM havia causado interrupções significativas na circulação dos trens, incluindo a linha 13, que ficou paralisada por algumas horas, além de afetar as demais linhas 11, 12 e o Expresso Aeroporto.
Opinião
A suspensão da greve é um alívio para os usuários, mas o estado de greve mantém a pressão sobre o governo para garantir os direitos dos trabalhadores da CPTM.





