O senador Cleitinho Azevedo, filiado ao Republicanos, teve sua candidatura ao governo de Minas Gerais barrada pelo presidente nacional do partido, Marcos Pereira. A decisão foi motivada pelo temor de que o parlamentar desistisse da disputa durante a campanha.
Segundo Marcos Pereira, a indefinição de Cleitinho nas negociações e a falta de confirmação da candidatura influenciaram a escolha. O dirigente expressou preocupação com a possibilidade de que, em um momento crítico da campanha, o senador optasse por se retirar da corrida. Pereira afirmou: “Eu não posso me arriscar a que lá pelo dia 15 de setembro, ele desista da candidatura”.
Convenção estadual e luto
A convenção estadual do Republicanos ocorreu no último fim de semana em Minas Gerais, mas Cleitinho não compareceu. Apesar de entender que o senador está em luto pela morte do irmão, Matheus Augusto Azevedo, Pereira observou que ele poderia ter enviado uma procuração para formalizar sua candidatura, o que não ocorreu.
O dirigente considerou a decisão de barrar a candidatura como irreversível e indicou que o Republicanos deve apoiar a candidatura de Marcelo Aro (PP) ao governo de Minas Gerais.
Tentativa de reverter a decisão
Apesar da decisão, Cleitinho Azevedo afirmou que tentará convencer Marcos Pereira a reverter a decisão. O senador declarou que fará “de todo jeito” uma nova tentativa para conseguir a autorização do partido e oficializar sua candidatura.
Ele explicou que não confirmou sua participação anteriormente para priorizar a família durante o tratamento de seu irmão, que faleceu no dia 18, e pediu desculpas ao partido, esperando sensibilizar a direção nacional para mudar a decisão.
Opinião
A situação de Cleitinho Azevedo reflete os desafios enfrentados por políticos em momentos de crise pessoal, especialmente em períodos eleitorais onde decisões rápidas são cruciais.





