Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência da República, voltou a criticar a direção da Polícia Federal (PF), especificamente o diretor-geral Andrei Rodrigues. Durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, realizada no dia 23 de julho de 2026, Flávio afirmou que a direção da corporação compromete sua autonomia, referindo-se a Rodrigues como um “pau-mandado do Lula”.
Na mesma transmissão, Flávio fez uma distinção clara, afirmando que suas críticas são direcionadas ao comando da PF e não aos policiais federais. Ele também se declarou como alvo de uma campanha de perseguição da imprensa, comparando sua situação à do ex-presidente Jair Bolsonaro. “A perseguição é desproporcional”, disse ele, negando ser investigado.
Rejeição à segurança da PF
Flávio Bolsonaro anunciou que não aceitará a proteção da PF durante sua campanha presidencial. Ele expressou preocupações sobre a presença de “infiltrados” em sua equipe e optou por manter a segurança com a Polícia do Senado, que o protege desde o início de seu mandato. Além disso, ele criticou a falta de investigação sobre alegações de fraudes contra aposentados no INSS.
Reforço na segurança pessoal
Em resposta a mais de 2 mil ameaças identificadas contra sua vida, Flávio anunciou um reforço em seu esquema de segurança no dia 22 de julho de 2026. A equipe de segurança do senador, com apoio do setor de inteligência da Polícia do Senado, implementará medidas como o uso de coletes à prova de balas e a criação de um centro de comando para monitorar seus deslocamentos e compromissos 24 horas por dia.
Opinião
A tensão entre Flávio Bolsonaro e a direção da PF evidencia um cenário político conturbado, onde a segurança e a liberdade de ação de candidatos estão em jogo.





