De volta ao Brasil, o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, abordou a desclassificação da seleção brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo. Apesar da frustração, Caetano ressaltou que a experiência adquirida pelos jogadores mais jovens é um saldo positivo. Ele citou Rayan e Endrick, que até pouco tempo atrás disputavam categorias de base, como exemplos dessa nova geração.
Caetano enfatizou a necessidade de entender as razões pelas quais o Brasil não avançou nas últimas competições, citando que outras seleções se desenvolveram e o futebol se tornou mais físico. Além disso, o dirigente destacou a importância da estabilidade da comissão técnica para evitar mudanças bruscas no elenco, o que, segundo ele, prejudicou a seleção em edições anteriores.
Continuidade de Ancelotti
Mesmo após a queda precoce diante da Noruega, Rodrigo Caetano defendeu a continuidade do trabalho do técnico Carlo Ancelotti. Ele afirmou que a avaliação interna sobre o treinador é positiva, demonstrando confiança no projeto para o próximo Mundial. “Todos esperávamos chegar muito mais longe na Copa. Nossa seleção vinha em um crescente”, declarou Caetano.
Preparação para o futuro
O trabalho para o próximo ciclo já está em andamento. A comissão técnica, sob o comando de Ancelotti, utilizará os amistosos da Data Fifa de setembro para observar novos atletas e abrir espaço para jogadores que não participaram do Mundial. “Fizemos já todas as reuniões prévias e, assim que tivermos o corpo técnico reunido, a comissão vai trabalhar em cima da lista larga”, afirmou Caetano.
Opinião
A continuidade de Ancelotti pode ser a chave para um novo ciclo vitorioso, mas a seleção precisa estar atenta às mudanças no cenário internacional.





