Enrique Macaya Márquez, aos 91 anos, se prepara para cobrir sua 18ª Copa do Mundo, que ocorre em 2026, coanfitriões México, Estados Unidos e Canadá. O jornalista argentino, comentarista da DirecTV, DSports e DSports Radio, começou sua trajetória na Copa do Mundo de 1958 na Suécia e é reconhecido pela FIFA desde 2022 como o profissional com mais coberturas do torneio.
Uma trajetória de décadas no futebol
Desde a sua primeira cobertura, Macaya acompanhou a evolução do futebol por mais de sete décadas, passando pela era do rádio e da TV em preto e branco até a hiperconectividade atual. Apesar de problemas de saúde que limitam suas aparições, ele afirma ter a obrigação de participar do evento que teve início em 11 de novembro.
Desafios e recordações
O jornalista relembra as dificuldades de chegar à Suécia em 1958, quando fez uma jornada “milagrosa” através de vários meios de transporte. Naquela Copa, o jovem Pelé fez sua estreia e levou o Brasil ao primeiro título mundial. Macaya reflete sobre a importância de Pelé e menciona outros ícones como Maradona e Di Stéfano, com quem teve uma amizade de infância.
Críticas e reflexões sobre o futebol moderno
Macaya critica o investimento econômico que transformou as Copas do Mundo nos dias de hoje, apontando que a FIFA busca conquistar o mercado norte-americano, gerando polêmica com os altos preços dos ingressos e o novo formato do torneio, que agora contará com 48 seleções. Para ele, essa evolução trouxe benefícios, mas também prejudicou outros aspectos do jogo.
Opinião
A trajetória de Enrique Macaya Márquez é um testemunho da paixão pelo futebol e da evolução do esporte ao longo das décadas, refletindo as mudanças sociais e econômicas que o cercam.





