A Câmara Municipal de Campo Grande, composta por 29 vereadores, teve uma votação importante para o reajuste salarial dos servidores, mas apenas 23 vereadores compareceram. Desses, 18 votaram a favor do aumento, enquanto 5 foram contra. Curiosamente, 6 vereadores optaram por não participar da votação, levantando questionamentos sobre a responsabilidade dos representantes.
O aumento salarial, embora aprovado, ficou aquém do esperado devido a uma imposição constitucional. Essa situação gerou descontentamento entre os servidores, que esperavam um reajuste mais significativo. A presença de todos os parlamentares na próxima votação ainda não tem previsão, o que indica uma possível continuidade das ausências.
Empreendedorismo em Alta
Enquanto isso, o cenário econômico em Campo Grande mostra sinais de crescimento. Em maio, a Jucems registrou a abertura de 1.348 empresas, das quais 579 foram em Campo Grande. No total, 7.712 novos negócios foram abertos em 2026 até agora, refletindo um crescimento no setor de serviços e comércio, que são os principais responsáveis por esse aumento.
Conflitos Internos
Na política local, o vereador Maicon Nogueira, que liderava o PP, fez críticas à prefeita Adriana Lopes, gerando um desconforto interno. Após a repercussão, Nogueira perdeu sua posição de liderança, o que pode impactar seus planos de concorrer a uma vaga de deputado estadual no futuro.
Opinião
A situação na Câmara Municipal de Campo Grande evidencia a necessidade de maior comprometimento dos vereadores com suas funções, especialmente em momentos decisivos como a votação do reajuste salarial.





