O Governo do Brasil lançou, em 29 de maio de 2026, a campanha educativa “Separação e Destinação Adequada de Resíduos Sólidos” em Fortaleza, CE. A iniciativa, coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e a Itaipu Binacional, busca fortalecer a coleta seletiva e gerar renda para catadores.
Objetivos da Campanha
A campanha foi apresentada durante o 2º Encontro Internacional de Centros de Educação e Cooperação Socioambiental (CECSA’s), realizado na Universidade Federal do Ceará (UFC). Com a mensagem “O resíduo que você separa vira renda na mão de quem recebe”, o objetivo é conscientizar a população sobre a importância da separação correta dos resíduos sólidos, contribuindo para a redução dos impactos ambientais e ampliando a geração de renda para catadores de materiais recicláveis.
Dados Importantes
Atualmente, existem 897 organizações de catadores cadastradas no Brasil, das quais 68,46% operam abaixo de sua capacidade. A campanha visa transformar esse cenário, promovendo uma melhor separação dos resíduos na origem e, assim, reduzindo a quantidade de rejeitos, que atualmente é de 38,4% dos resíduos triados.
Participação de Autoridades
O evento contou com a presença de autoridades como a primeira-dama Janja Lula da Silva, o ministro Guilherme Boulos (SGPR), o ministro João Paulo Capobianco (MMA), e o governador do Estado do Ceará, Elmano Freitas, entre outros. O ministro Boulos destacou que a reciclagem começa dentro de casa e tem um impacto direto na vida das pessoas que atuam na cadeia da reciclagem.
Ações da Campanha
A campanha será multicanal, incluindo vídeos educativos, materiais pedagógicos e ações de capacitação. A articulação com órgãos parceiros é considerada estratégica para ampliar o alcance da campanha em todo o território nacional, fortalecendo ações de formação e mobilização social.
Opinião
A nova campanha do governo é uma oportunidade crucial para reforçar a importância da coleta seletiva, promovendo não apenas a sustentabilidade, mas também a inclusão socioeconômica de catadores, que são essenciais para uma economia circular mais justa.





