Lula definiu um decreto que subsidiará a gasolina em R$ 0,44 por litro, o que terá um custo significativo para as contas públicas, estimado em R$ 1,2 bilhão por mês. Este valor será compensado com a alta na arrecadação do petróleo, impulsionada pela cotação do barril no mercado internacional.
A situação econômica é ainda mais complexa devido à guerra no Irã, que tem elevado os preços do petróleo e pressionado a inflação, levando a um aumento nas taxas de juros dos títulos do Tesouro dos EUA. Essa crise no mercado de Treasuries está testando a tolerância de Washington a juros mais elevados.
Além disso, a antiga refinaria de Manguinhos no Rio de Janeiro enfrenta uma grave situação financeira, com uma dívida estimada em R$ 40 bilhões. O governo do estado decidiu desapropriar o terreno da Refit, envolvida em operações da Polícia Federal, o que pode agravar a crise.
Em outro contexto, a Mega-Sena de 30 anos teve um prêmio recorde de R$ 336 milhões, com apostas vencedoras em Fortaleza e Rio de Janeiro. Enquanto isso, a Câmara dos Deputados votará uma PEC sobre o fim da escala 6×1 nesta semana, embora ainda haja impasses sobre o período de transição para que as empresas se adaptem à mudança.
Opinião
A decisão de Lula em subsidiar a gasolina pode trazer alívio imediato, mas o impacto nas contas públicas e o cenário inflacionário exigem uma análise cuidadosa para evitar consequências futuras.





