O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), fez declarações contundentes em vídeo publicado nas redes sociais no dia 25 de abril de 2026. Zema prometeu que, se eleito, irá privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil. Em sua fala, ele destacou que seu governo implementará um “plano implacável”, com foco em privatizações e cortes de gastos.
O ex-governador de Minas Gerais criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acusando-o de gastar mais do que arrecada e de recorrer a empréstimos para equilibrar as contas. Segundo Zema, essa situação resulta em um aumento contínuo da dívida pública, que, segundo ele, é cobrada da população por meio de “juros de agiota”.
“A gente sabe que está tudo caro demais. O dinheiro do brasileiro só vai voltar a valer se o governo economizar”, afirmou Zema, enfatizando que a privatização das estatais é uma medida essencial para reduzir a dívida e os juros, além de combater a corrupção.
Privatizações e cortes de gastos
Zema também mencionou a necessidade de cortar supersalários e mordomias de “intocáveis de Brasília”. Ele defendeu a venda de estatais deficitárias, como os Correios, e a alienação de participações em empresas privadas. O pré-candidato prometeu que sua gestão será marcada pela adoção de uma linha dura contra fraudes e esquemas.
“Comigo, quem roubava Minas perdeu. Quem rouba o Brasil vai perder também”, afirmou Zema, citando sua experiência em Minas Gerais como um modelo a ser seguido em todo o país. Ele também expressou a intenção de zerar o custo Brasil, buscando reduzir a burocracia e facilitar a vida de quem trabalha e produz.
Opinião
A proposta de Zema de privatizar grandes estatais e cortar gastos levanta questões importantes sobre a gestão pública e os desafios econômicos do Brasil, especialmente em um cenário de alta dívida e inflação.





