A Intel ampliou recentemente sua linha de processadores Arrow Lake, conhecidos como Core Ultra 200 Plus, mas suas parceiras históricas, como ASUS e MSI, não demonstram interesse em lançar novas placas-mãe com chipset Z890 para essas CPUs. A justificativa é que as opções atualmente disponíveis no mercado são consideradas suficientes.
Os novos processadores Arrow Lake suportam apenas DDR5, mas a MSI está mudando seu foco para placas com suporte a DDR4, uma vez que a tecnologia DDR5 tem se tornado cada vez mais cara. Isso reflete uma tendência entre os usuários que ainda investem na geração anterior de memória RAM, que permanece mais acessível.
ASRock e a flexibilidade das placas-mãe
A ASRock se destaca ao lançar placas-mãe da linha Combo para o socket LGA-1700, que são compatíveis com as 12ª, 13ª e 14ª gerações de processadores Intel Core. Essas placas oferecem suporte tanto para DDR4 quanto para DDR5, uma abordagem que pode ser vantajosa em tempos de crise.
ASUS e a falta de demanda
A ASUS também decidiu não investir em novas placas-mãe Z890, alegando que as opções disponíveis são suficientes e que a procura pela atual geração de CPUs da Intel não é tão grande. Os modelos Core Ultra 7 270K Plus e Ultra 5 250K Plus não trazem inovações que justifiquem a produção de novas placas-mãe.
Colorful e o retorno ao DDR3
Por outro lado, a Colorful está mudando sua estratégia e voltará a focar em sua linha D3, que suporta memórias DDR3. Essa decisão surge em resposta à demanda por placas que se esgotaram no mercado, evidenciando que ainda há usuários montando PCs com tecnologia de memória RAM que já tem quase 20 anos.
Opinião
A resistência da ASUS e MSI em lançar novas placas-mãe para os processadores Arrow Lake reflete uma realidade de mercado onde a inovação precisa ser acompanhada pela demanda, especialmente em tempos de incerteza econômica.





