Santa Catarina

Udesc e Ufsc promovem palestras sobre amputação e reabilitação em Florianópolis

Udesc e Ufsc promovem palestras sobre amputação e reabilitação em Florianópolis

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) realizam um ciclo de palestras em comemoração ao Abril Laranja, mês de conscientização sobre amputação. O evento ocorrerá no dia 8 de abril, das 14h às 17h, no Plenarinho da Alesc, em Florianópolis.

Temas abordados nas palestras

As palestras irão discutir diversos aspectos relacionados à amputação, incluindo reabilitação, moda inclusiva, aspectos psicossociais e inovações em saúde. O evento é gratuito e aberto ao público, integrando uma série de ações de saúde e inclusão promovidas pela Udesc Cefid em parceria com a Ufsc.

Projeto Ramp e suas iniciativas

O projeto de extensão Ramp, liderado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, é uma das iniciativas que coordenam o evento. O Ramp atende cerca de 50 pessoas a cada semestre, oferecendo reabilitação multidisciplinar para amputados.

Mostra fotográfica e leis em destaque

Além das palestras, está em exibição a mostra fotográfica ‘Retratos em movimento’, que ficará aberta até o dia 14 de abril. A exposição apresenta imagens de pacientes atendidos pelo Ramp, vestindo roupas adaptadas criadas por estudantes de moda da Udesc.

As atividades do Abril Laranja também celebram a promulgação da Lei Estadual nº 19.193/2025, que institui o 5 de abril como o Dia da Pessoa Amputada em Santa Catarina, e o PL nº 411/2024, que está em tramitação na Alesc para estabelecer uma Política Estadual de Reabilitação Integral.

Reabilitação humanizada e compromisso social

O Ramp, criado em 2012, promove atendimentos presenciais e online para pessoas amputadas, buscando uma abordagem humanizada e integral na saúde. A professora Soraia destaca a importância dessas iniciativas para a inclusão e o cuidado com a saúde pública.

Opinião

As palestras e exposições são essenciais para aumentar a conscientização sobre a realidade das pessoas amputadas e a importância da reabilitação, promovendo uma sociedade mais inclusiva.