A Comissão Disciplinar do São Paulo decidiu, em 06 de abril de 2026, pela expulsão do ex-superintendente geral e ex-CEO do clube, Márcio Carlomagno. A decisão foi tomada com 3 votos a favor, de um total de 5 membros da comissão.
Após 22 anos de serviços prestados ao clube, ocupando diferentes cargos, Carlomagno era considerado o sucessor de Julio Casares e seria o candidato da situação nas próximas eleições. No entanto, a política interna do São Paulo sofreu uma reviravolta com o impeachment de Casares, que foi seguido de sua renúncia.
Omissão em Caso de Exploração
Os conselheiros são-paulinos identificaram a omissão de Carlomagno no caso da exploração clandestina do camarote 3A do Morumbi, que foi utilizado para um show da cantora Shakira em fevereiro de 2025. Documentos apresentados indicam que o ex-dirigente estava ciente das irregularidades, mas não tomou as devidas providências.
No ano anterior, Carlomagno negou qualquer envolvimento no esquema, alegando que havia disponibilizado o camarote da presidência a pedido de Mara Casares, que não tinha autorização para comercializar o espaço.
Possíveis Novas Expulsões
Além de Carlomagno, outros nomes estão na mira da Comissão Disciplinar. Douglas Schwartzmann e Mara Casares também podem ser expulsos, pois são apontados como integrantes do esquema clandestino que explorava camarotes do Morumbi. O Conselho Deliberativo será convocado para votar a expulsão da dupla, a pedido da Comissão de Ética.
Opinião
A expulsão de Márcio Carlomagno marca um capítulo importante na história do São Paulo, refletindo a necessidade de transparência e ética na administração do clube.





