O senador Rodrigo Pacheco oficializou sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) no dia 1º de abril de 2026, após deixar o PSD. Pacheco é cotado para disputar o governo de Minas Gerais e conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defende sua candidatura no estado.
Em sua fala, Pacheco criticou o sucateamento da máquina pública em Minas Gerais e destacou a grave situação financeira do estado, que possui uma dívida de R$ 185 bilhões com a União. O ex-governador Romeu Zema, do Novo, deixou seu cargo para concorrer à presidência da República, o que abre espaço para novas lideranças no cenário político mineiro.
O atual governador, Mateus Simões, que era vice de Zema, trocou o Novo pelo PSD, o que pode dificultar a candidatura de Pacheco, já que Simões busca a reeleição. Pacheco, por sua vez, defendeu a necessidade de progresso nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e segurança, afirmando que há muito trabalho a ser feito para melhorar a qualidade de vida dos mineiros.
O evento de filiação contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é do PSB. Pacheco enfatizou que o partido é composto por pessoas comprometidas com a democracia e a responsabilidade pública, e se disse “confortável” e “alegre” em sua nova sigla. Ele ressaltou que a defesa das instituições é uma prioridade que não deve ser trocada por popularidade nas redes sociais.
Opinião
A filiação de Pacheco ao PSB e suas críticas ao estado de Minas Gerais refletem um momento crucial para a política local, onde a busca por soluções efetivas se torna cada vez mais urgente.





