O advogado e pré-candidato a deputado federal Jeffrey Chiquini fez duras críticas ao Partido Liberal (PL) no Paraná, afirmando que a legenda estava “desalinhada com a direita” sob a liderança do deputado Giacobo. Essa declaração foi feita em suas redes sociais, onde Chiquini explicou sua decisão de se filiar ao Novo em vez de permanecer no PL.
Chiquini afirmou: “Eu sempre tive a conexão e a cara do PL. Mas infelizmente o PL no Paraná, sob a presidência do Giacobo, estava desalinhado com a direita. Hoje, os fatos falam por si: 53 prefeitos deixaram o partido e foram para o PSD, e até o próprio presidente estadual abandonou o projeto do Flávio Bolsonaro, e assumiu o lado que sempre esteve”.
Saída de Giacobo e novas lideranças
A saída de Giacobo do PL ocorreu em 24 de março de 2026, em protesto contra a filiação do senador Sergio Moro ao partido. A mudança de Giacobo também gerou repercussões significativas, pois ele era uma figura importante na política paranaense. Após sua saída, o deputado Filipe Barros assumiu a presidência do PL paranaense e é visto como alinhado ao próximo presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro.
Chiquini, por sua vez, destacou que não seria correto abandonar o PL, mas ressaltou que se sente “muito bem e feliz” no Novo, que é liderado no Paraná pelo cientista político Lucas da Silva Santos.
Contexto político e futuro
O atual governador do Paraná, Ratinho Júnior, que deve retornar à iniciativa privada em 2027, também está no centro das atenções políticas, especialmente com a disputa pelo Palácio Iguaçu. Sergio Moro enfrentará o deputado estadual Requião Filho na corrida para governador, enquanto nomes como Alvaro Dias e Gleisi Hoffmann são cotados para o Senado.
Opinião
A movimentação política no Paraná revela um cenário de mudanças significativas, onde alianças e desavenças moldam o futuro das eleições de 2026.





