A Polícia Federal (PF) confirmou que dados sigilosos do celular de Daniel Vorcaro foram reintroduzidos no ambiente do Senado Federal, após solicitação da CPMI do INSS. Essa ação contraria a proibição imposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que havia determinado a restrição de acesso a informações pessoais do dono do Banco Master.
Investigações e Proibições
Durante a perícia realizada no dia 17 de março de 2026, a PF constatou que parlamentares acessaram novamente arquivos sigilosos armazenados na nuvem. Mendonça havia proibido a CPMI de acessar dados e objetos de Vorcaro, que estavam guardados na sala-cofre do Senado, e ordenado a retirada de qualquer conteúdo relacionado à sua vida privada.
Movimentações Bilionárias
As investigações em torno de Vorcaro revelaram movimentações financeiras que variam entre R$ 12 bilhões e R$ 50 bilhões, com indícios de um esquema de emissão de títulos de crédito fraudulentos. Além disso, surgiram relatos de uma milícia privada que atuava para monitorar e silenciar opositores.
Tragédia na Prisão
Em um desdobramento trágico, o ajudante de Vorcaro, Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, tirou a própria vida enquanto estava preso, o que levantou ainda mais questões sobre o caso.
Vazamento de Informações
O STF agora investiga o vazamento de informações pessoais de Vorcaro, que foram reintroduzidas no Senado, desrespeitando a cadeia de custódia e as ordens judiciais. A PF relatou o incidente ao ministro relator, mas até o momento, os integrantes da CPMI não se manifestaram sobre as acusações.
Opinião
A situação envolvendo os dados de Vorcaro e a atuação da PF e do STF destaca a complexidade e a gravidade das investigações em torno de corrupção e vazamento de informações no Brasil.





