A disputa pelo Senado em São Paulo para as eleições de 2026 está cada vez mais acirrada, com nomes de peso da direita sendo cogitados. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) estão no centro das articulações, enquanto a definição dos candidatos se torna um verdadeiro impasse.
Os principais nomes em jogo
Entre os nomes que estão sendo analisados, destaca-se Ricardo Mello Araújo (PL), vice-prefeito de São Paulo, que, segundo aliados de Bolsonaro, é o favorito do ex-presidente. Mello Araújo, no entanto, afirmou que só tomará uma decisão se receber um pedido direto de Bolsonaro.
Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro (PL) está impedido de concorrer enquanto estiver nos Estados Unidos, mas articula o lançamento de nomes próximos, como o deputado federal Mário Frias (PL), com a intenção de que Eduardo possa ser suplente.
Desafios jurídicos e prazos
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, já descartou a candidatura de Eduardo e destacou a complexidade de se registrar uma candidatura de suplente fora do país. A legislação eleitoral exige que os candidatos tenham domicílio eleitoral no Brasil, e a permanência prolongada fora do país pode complicar esse registro.
Além disso, existe um prazo de até 20 dias antes da eleição para a substituição de candidatos, o que pode ser uma alternativa caso haja impugnação na documentação de algum suplente.
Outros candidatos e articulações
O deputado federal Ricardo Salles (Novo) também manifestou interesse em uma vaga no Senado, com apoio do governador Tarcísio. Contudo, há especulações de que ele poderia migrar para o PP, onde teria mais chances de sucesso.
Por outro lado, Guilherme Derrite pode concorrer pelo PP, enquanto o PL busca lançar seu próprio candidato. Valdemar Costa Neto confirmou que a decisão sobre o candidato ainda está em aberto e que Eduardo Bolsonaro deseja participar desse processo.
Opinião
A disputa pelo Senado em São Paulo promete ser intensa, com diversas articulações políticas e nomes de peso envolvidos. A definição dos candidatos será crucial para o futuro da direita no estado.






