Leila Pereira não compareceu à CPMI do INSS na sessão realizada em 09 de março de 2026, o que gerou repercussão entre os membros do colegiado. A presidente do Palmeiras e da Crefisa alegou que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que anulou a aprovação em bloco de 87 requerimentos, incluindo o seu convite, foi a razão para sua ausência.
Decisão de Flávio Dino e seus efeitos
O ministro Flávio Dino determinou que, devido a esse “fato novo”, a convocação de Leila Pereira não reunia as condições de validade necessárias para que ela fosse obrigada a comparecer. O texto enviado ao colegiado detalha essa justificativa, que acabou cancelando os depoimentos previstos para a sessão.
Ausências e justificativas
Além de Leila Pereira, outros dois convidados e um convocado também se recusaram a comparecer. O presidente da Dataprev, Rodrigo Ortiz D’Avila, justificou sua ausência alegando compromissos médicos e uma viagem internacional. Já Artur Ildefonso Azevedo, CEO do C6 Bank, enviou um comunicado informando que não poderia comparecer.
Investigação da CPMI
A CPMI do INSS tem se concentrado na investigação de operações realizadas por bancos que firmaram acordos com o INSS para a cobrança de crédito consignado de aposentados e pensionistas. O colegiado busca entender a legalidade dessas operações, especialmente em casos onde não houve anuência dos beneficiários.
Opinião
A ausência de Leila Pereira e a anulação dos requerimentos levantam questões sobre a transparência e a responsabilidade dos convocados em processos de investigação pública.






