Luiz Phillipi Moraes Mourão, conhecido como Felipe Mourão e braço direito do banqueiro Daniel Vorcaro, entrou em protocolo de morte cerebral no dia 03/03/2026, após tentar suicídio sob custódia da Polícia Federal em Minas Gerais. O empresário foi hospitalizado no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde a informação sobre sua condição foi confirmada por fontes à Gazeta do Povo.
A tentativa de suicídio ocorreu na Superintendência da PF, e a morte de Mourão foi inicialmente divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo. A Polícia Federal não confirmou oficialmente a morte em nota, afirmando que informações sobre o estado de saúde do preso seriam atualizadas pela equipe médica.
Contexto da Prisão e Investigação
Mourão foi preso durante a Operação Compliance Zero 3, que investigou atividades ilícitas relacionadas ao grupo de Vorcaro. O empresário destinaria R$ 1 milhão por mês para financiar as operações do grupo, que incluíam monitoramento e coação de alvos, como ex-funcionários e jornalistas.
O advogado Rômulo Ferraz, que já havia representado Mourão em outros processos, confirmou o falecimento, indicando que amigos em comum já estavam cientes da situação. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) não comentou a situação de Mourão, citando restrições da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Repercussão e Desdobramentos
Após a tentativa de suicídio, a Polícia Federal emitiu uma nota afirmando que Mourão foi prontamente atendido. No entanto, detalhes sobre a natureza da tentativa não foram divulgados. As investigações em torno de Vorcaro e Mourão continuam, levantando questões sobre a segurança e a saúde dos custodiados sob a responsabilidade da PF.
Opinião
A situação trágica de Mourão levanta questões sérias sobre a saúde mental e a segurança de indivíduos sob custódia, especialmente em casos de alta tensão como os envolvendo crimes financeiros e políticos.






