O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou em 3 de outubro de 2023 que a melhoria no mercado de trabalho em 2026 está atrelada ao início do ciclo de afrouxamento monetário pelo Banco Central. Durante a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Marinho destacou que a abertura líquida de 112.334 vagas com carteira assinada em janeiro superou a mediana estimada de 92 mil vagas por instituições consultadas.
Projeções para o futuro do emprego
Marinho revelou que, segundo a mediana de 15 projeções, o Brasil pode gerar até 900 mil novas vagas formais em 2026. No entanto, ele reconheceu que o cenário pode ser prejudicado por tensões internacionais, como a guerra entre Irã e EUA. “É difícil fazer projeções. Esperamos que essa guerra acabe logo, não se estenda, porque tudo pode ir por água abaixo por conta da situação global”, declarou.
Impacto da economia nas contratações
O ministro também comentou sobre a estagnação do PIB no último trimestre de 2025, enfatizando o papel da taxa de juros nesse contexto. “O ritmo dos juros praticados leva a uma diminuição da velocidade, o que aconteceu. Acredito que o PIB não ficará menor que o ano passado, a não ser que azede a questão internacional”, disse Marinho.
Expectativa de crescimento
Marinho acredita que, com a redução dos juros, o saldo de vagas do ano passado pode se repetir ou até melhorar em 2023. “Do ponto de vista de hoje, pode repetir ou até melhorar”, afirmou, ressaltando a relação direta entre o crescimento da economia e a geração de empregos.
Opinião
A análise de Luiz Marinho sobre o mercado de trabalho destaca a importância de fatores internos e externos, revelando a complexidade das projeções econômicas e a necessidade de monitorar a situação global.






