A mídia estatal iraniana confirmou na madrugada do dia 1 de outubro de 2023 a morte do aiatolá Ali Khamenei, que foi o líder supremo do Irã desde 1989. A morte de Khamenei ocorreu em meio a ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel, que também vitimaram sua filha, genro e neta.
Período de luto oficial
Após a morte de Khamenei, foi anunciado um período de luto oficial de 40 dias, além de sete feriados nacionais. Um dos apresentadores da televisão estatal afirmou: “Com o martírio do líder supremo, seu caminho e sua missão não serão perdidos nem esquecidos; pelo contrário, serão prosseguidos com maior vigor e zelo”.
Disputa pela sucessão
A sucessão de Khamenei se torna uma questão crucial, uma vez que ele não deixou um herdeiro oficialmente declarado. O filho do último xá do Irã, Reza Pahlavi, de 65 anos, se apresenta como uma voz proeminente na disputa. Pahlavi vive fora do Irã desde a Revolução Islâmica de 1979 e tenta se posicionar como um líder nacional, embora a aceitação de sua figura ainda seja incerta dentro do país.
Novas mortes confirmadas
Além da morte de Khamenei, o judiciário iraniano confirmou que os ataques dos EUA e de Israel resultaram na morte de importantes figuras militares, incluindo o comandante da Guarda Revolucionária, General Mohammad Pakpour, e o chefe do conselho de defesa nacional, Ali Shamkhani. O portal de notícias online Mizan informou que ambos foram “martirizados” nos ataques ocorridos no sábado.
Opinião
A morte de Khamenei e as novas mortes de líderes militares marcam um momento crítico para o Irã, que enfrenta incertezas políticas e sociais em um cenário de luto e disputa pela liderança.






