Santa Catarina

Cepon alerta sobre leucemia: 810 novos casos em SC e sinais de alerta que todos devem conhecer

Cepon alerta sobre leucemia: 810 novos casos em SC e sinais de alerta que todos devem conhecer

No mês de conscientização sobre as leucemias, o Governo de Santa Catarina enfatiza a importância de reconhecer os sinais de alerta da doença, como infecções frequentes, quadros de anemia e sangramentos. A leucemia figura entre os 10 tipos de câncer mais comuns no Brasil, afetando principalmente os glóbulos brancos, que são essenciais para a defesa do organismo.

Cepon: Referência no Tratamento de Câncer

Santa Catarina conta com uma rede de atendimento a pacientes com leucemia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), localizado em Florianópolis. O Cepon é reconhecido como uma referência no tratamento de câncer no estado. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a previsão é de que Santa Catarina registre 810 novos casos de leucemia em 2026.

Dados de Atendimento e Transplantes

Em 2025, o Cepon atendeu 417 pacientes diagnosticados com leucemia e realizou 113 transplantes de células-tronco na Unidade de Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas (TCTH), que é referência nacional em transplantes autólogos e alogênicos. Esses números ressaltam a necessidade de diagnóstico precoce e da doação de medula óssea para salvar vidas.

Sinais de Alerta e Tratamentos

A gerente técnica do Cepon e hematologista, Mary Anne Taves, destaca que os sinais de alerta da leucemia podem incluir febre persistente, sensação de fraqueza, perda de apetite e sangramentos. O diagnóstico é realizado através de exames como hemograma e mielograma.

Os tratamentos disponíveis variam conforme o tipo e a condição do paciente, podendo incluir quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea. A médica Mary Anne Taves também afirma que a leucemia tem cura, dependendo do tipo e do estágio da doença.

Opinião

A conscientização sobre a leucemia é fundamental para que mais pessoas reconheçam os sintomas e busquem tratamento, aumentando as chances de cura e salvando vidas.