O pré-candidato à presidência do Barcelona, Víctor Font, lançou um projeto audacioso que visa trazer o craque argentino Lionel Messi de volta ao clube. Font não poupou críticas ao atual presidente Juan Laporta, afirmando que o retorno de Messi não será possível enquanto Laporta estiver no poder.
Font explicou que seu projeto, que teve início em 2022, é dividido em três partes e se baseia na ideia de proporcionar uma “última dança” de Messi com a camisa do Barcelona. Ele enfatizou que o craque não pode se despedir do clube em uma sala fechada, mas sim em campo, como merece. “A saída de Leo é uma das piores coisas desta gestão”, afirmou Font, ressaltando que a concretização do retorno depende da aprovação do departamento esportivo e do técnico do time.
Proposta de presidência honorária
Além do aspecto esportivo, o projeto de Font também inclui um componente institucional, que propõe uma presidência honorária para Messi. “Messi é um modelo não só como jogador de futebol, mas também como pessoa”, disse Font, defendendo que essa proposta seria um grande passo para reconectar o ídolo com a torcida. Para que isso aconteça, a proposta precisaria ser aprovada pela Assembleia Geral após uma reforma estatutária.
Acordo estratégico com o Inter Miami
Na parte econômica do projeto, Font mencionou a intenção de vincular a marca Messi-Barça para sempre e destacou que está estudando um acordo estratégico com o Inter Miami, clube onde Messi atualmente joga. “Somos clubes complementares e existem sinergias potenciais”, afirmou Font, sugerindo que essa parceria pode facilitar o retorno do jogador ao Barcelona.
Vale lembrar que Lionel Messi chegou ao Barcelona com apenas 13 anos e se transferiu para o Paris-Saint Germain em 2021. A imprensa espanhola também noticiou que Messi não participará da campanha eleitoral do Barcelona, o que pode impactar a percepção pública sobre seu retorno.
Opinião
A proposta de Víctor Font reflete um desejo legítimo dos torcedores de ver Messi novamente no Barcelona, mas a realização desse sonho depende de muitos fatores, incluindo a vontade do próprio jogador e a dinâmica política do clube.
