Na noite de 16 de fevereiro de 2026, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) coordenou uma ação de acolhimento a 54 brasileiros repatriados dos Estados Unidos, que desembarcaram no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG). A operação foi parte do programa Aqui é Brasil, que visa garantir uma recepção digna e humanizada a cidadãos em situação de repatriação.
O voo, que pousou por volta das 21h55, trouxe 51 homens e 3 mulheres. A média de idade do grupo é de 38 anos, com a maior parte concentrada na faixa etária de 40 a 49 anos. O acolhimento incluiu alimentação, kits de higiene, apoio psicossocial e acompanhamento médico, assegurando que os repatriados recebessem toda a assistência necessária.
Assistência Humanizada
Após a recepção inicial, parte dos repatriados foi direcionada a um hotel com estrutura especial de atendimento. Durante a estadia, eles tiveram acesso a jantares, cuidados médicos e orientações para o retorno às suas cidades de origem. Mariana Medeiros, coordenadora da Organização Internacional para as Migrações (OIM), destacou a importância do apoio contínuo, que inclui a emissão de passagens e a ajuda na regularização de documentos.
Programa Aqui é Brasil
O programa Aqui é Brasil, coordenado pelo MDHC, já realizou 42 operações desde sua criação, possibilitando o retorno de mais de 3,4 mil brasileiros em situação de vulnerabilidade. O programa é uma colaboração entre diversos ministérios e órgãos, incluindo o Ministério das Relações Exteriores, Polícia Federal e Defensoria Pública da União, entre outros, para garantir a dignidade e os direitos dos repatriados.
Compromisso com a Transparência
Recentemente, o MDHC e a OIM lançaram ferramentas públicas para monitorar e garantir a transparência das operações do programa. O compromisso com a proteção dos direitos humanos e a assistência emergencial aos repatriados é uma prioridade do governo brasileiro.
Opinião
A ação do MDHC demonstra um importante passo na proteção dos direitos dos brasileiros que retornam ao país, reforçando a necessidade de um acolhimento humanizado e eficaz.
