Santa Catarina

Homem em surto agride vereador e advogado em Balneário Piçarras; Polícia intervém

Homem em surto agride vereador e advogado em Balneário Piçarras; Polícia intervém

Um episódio de violência marcou a sessão da Câmara de Vereadores de Balneário Piçarras na noite de 3 de fevereiro de 2026. Um homem identificado apenas pelas iniciais A.B. causou tumulto, proferindo ameaças e agredindo o vereador Gleber Silveira e o advogado Diego Silva, o que levou à intervenção da Polícia Militar.

O incidente, que ocorreu por volta das 19h25min, não foi um caso isolado. Este foi o terceiro episódio envolvendo o mesmo indivíduo no plenário, que já havia sido registrado anteriormente por comportamentos agressivos, incluindo ameaças com faca e martelo.

Agressões e Intervenção da Polícia

Inicialmente, A.B. parecia calmo, mas logo começou a agredir o assessor da Câmara. Após a intervenção de outros presentes, ele se dirigiu à tribuna, onde iniciou uma série de ameaças, criando um clima de tensão. O vereador Gleber Silveira e o advogado Diego Silva tentaram conter o agressor, mas foram atacados.

Com a escalada da situação, a Polícia Militar foi acionada e conseguiu conter A.B., restabelecendo a ordem no plenário. O histórico de A.B. como paciente do CAPS foi mencionado, levantando questões sobre sua presença no local.

Críticas à Omissão da Presidência da Câmara

O advogado Diego Silva criticou a falta de medidas de segurança por parte da presidência da Câmara, que não respondeu a alertas formais sobre a situação. O vereador Maikon Rodrigues, que estava na sessão, também expressou preocupação com a segurança dos vereadores e do público presente.

Diego afirmou que tomará todas as medidas legais cabíveis, incluindo registro de ocorrência e acionamento do Ministério Público. Ele destacou que o presidente da Câmara, Lucas da Maia, não tomou providências adequadas, mesmo após alertas sobre o risco que A.B. representava.

Opinião

A repetição de episódios de violência no plenário da Câmara de Balneário Piçarras evidencia uma falha grave na segurança pública e na proteção dos servidores e cidadãos que frequentam essas sessões. A falta de ação efetiva por parte da presidência é preocupante e demanda uma resposta imediata.