Uma mulher, que não teve a identidade divulgada, ligou para a Polícia Militar via 190 na tarde de 3 de outubro, em Campo Grande, simulando um pedido para “agendar perícia no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS)“. Durante a ligação, ela informou o endereço de sua residência, enquanto o agressor estava em casa, próximo a ela.
O policial que atendeu a chamada identificou rapidamente que se tratava de um pedido de socorro velado. Imediatamente, uma viatura da PM foi enviada ao local. Ao chegarem na residência, os militares encontraram a vítima sob a proteção de vizinhos.
A mulher relatou que foi enforcada, agredida e ameaçada de morte com uma arma branca pelo companheiro. Durante a briga, o agressor quebrou o celular dela, deixando-a machucada nos braços. Após a agressão, o autor fugiu, mas foi localizado pela polícia pouco depois.
A vítima e o autor foram encaminhados à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) para as providências legais cabíveis. A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul está atenta e alerta sobre pedidos de socorro disfarçados, onde mulheres vítimas de violência doméstica acionam socorro de forma disfarçada, solicitando “pizza”, “lanche” ou “táxi”.
A PMMS reiterou seu compromisso com a proteção à mulher e orientou que denúncias de qualquer tipo de violência podem ser feitas imediatamente pelo telefone 190. A corporação destacou a importância da denúncia, garantindo que seus policiais estão preparados para atender da melhor forma possível.
Vale ressaltar que um caso semelhante ocorreu em 3 de setembro de 2025, quando uma mulher de 25 anos ligou para a polícia pedindo um “táxi” em uma fazenda localizada na área rural de Vista Alegre, em Maracaju (MS).
Opinião
Este caso demonstra a necessidade de atenção e cuidado em situações de violência, ressaltando a importância de reconhecer sinais de socorro disfarçado.





