Miran, do Fed, declarou que espera mais de 1 ponto de cortes nos juros em 2023, após a recente indicação de Kevin Warsh para liderar a autoridade monetária. Essa expectativa surge em um cenário onde o Copom não afastou a possibilidade de um corte de 0,5 ponto percentual, conforme a ata divulgada.
Desenvolvimentos no Copom
A ata do Copom trouxe uma leitura otimista para o mercado, indicando que a flexibilização da Selic pode começar com um corte significativo. O documento não apresentou sinais conservadores, o que alimentou a expectativa de que o ciclo de cortes de juros se inicie em breve.
Impactos no mercado e na economia
Além disso, o dólar perdeu força contra o real, influenciado pela reação dos investidores à indicação de Kevin Warsh e aos desdobramentos do Copom. Essa movimentação ocorre em um momento em que a Pfizer registrou um prejuízo de US$ 1,64 bilhões no 4º trimestre de 2023, refletindo uma queda de 1% na receita em comparação ao ano anterior.
Questões globais e humanitárias
Em um contexto mais amplo, a OMS anunciou a redução do pedido de doações para emergências de saúde em 2026 para US$ 1 bilhão, refletindo incertezas sobre as contribuições dos Estados Unidos. Além disso, mais de 18.500 pacientes aguardam evacuação na passagem de Rafah, enfrentando traumas e doenças crônicas, como câncer e diabetes, após dois anos de conflito.
Opinião
A expectativa de cortes de juros e a escolha de novos líderes no Fed podem moldar o futuro econômico, mas as questões humanitárias não devem ser esquecidas em meio a essas mudanças.
