A busca por emagrecimento rápido tem levado muitos brasileiros a ignorar os riscos associados ao uso de canetas emagrecedoras adquiridas ilegalmente no Paraguai. A Dra. Mariana Vilela, especialista em emagrecimento e saúde metabólica, faz um alerta sobre os perigos dessa prática.
Consequências trágicas da ilegalidade
A Dra. Mariana destaca que a utilização dessas substâncias tem sobrecarregado serviços de saúde, resultando em casos graves. Ela menciona o óbito de Luana no Guarujá e a internação de Kellen em Belo Horizonte, que apresenta problemas neurológicos, como evidências da gravidade da situação. “Estamos vendo uma crise de saúde pública”, afirma a especialista.
Regulação falha entre Brasil e Paraguai
A disparidade regulatória entre os dois países é alarmante. Enquanto a ANVISA exige receita médica para medicamentos de alto risco, a DINAVISA, equivalente paraguaio, permite a venda livre de substâncias perigosas, sem controle rigoroso. Isso facilita o acesso a hormônios e outros produtos sem supervisão médica.
Riscos de contaminação e falsificação
A Dra. Mariana alerta sobre a integridade dos medicamentos adquiridos ilegalmente. As condições de produção e transporte são inadequadas, e estima-se que apenas 5% dos medicamentos falsificados sejam apreendidos. O mercado ilegal movimenta mais de R$ 600 milhões, colocando em risco a saúde dos consumidores.
Recomendações da especialista
Diante desse cenário, a Dra. Mariana Vilela enfatiza a importância do acompanhamento médico adequado para emagrecimento. “Não existe atalho seguro quando o assunto é a sua vida”, alerta, reforçando que a saúde deve ser priorizada acima de qualquer solução rápida.
Opinião
A mensagem da Dra. Mariana é um apelo à responsabilidade: emagrecer deve ser um processo seguro e saudável, sem comprometer a saúde em busca de resultados imediatos.
