No Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, a Arcos Dorados, responsável pela operação do McDonald’s em 21 países da América Latina e Caribe, reforça seu compromisso com a inclusão e o impacto social ao abordar um dos maiores desafios enfrentados pela população trans no Brasil: o acesso ao trabalho digno e o reconhecimento da identidade.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que, das quase 39 mil pessoas trans monitoradas, apenas 25% possuem emprego formal em 2023. Diante dessa realidade, a Arcos Dorados busca mudar essa lógica, investindo em um ciclo completo de inclusão que começa na geração de oportunidades e respeito, estendendo-se a benefícios e promoção de cargos, assegurando que nenhum marcador social seja um obstáculo para o crescimento profissional.
Compromisso com a identidade e inclusão
A companhia garante o uso do nome social em todos os seus sistemas e rotinas, independentemente da retificação prévia dos documentos civis. Essa política permite que pessoas trans sejam reconhecidas e respeitadas em um ambiente de trabalho mais inclusivo. Além disso, a Arcos Dorados adota uniformes não binários e oferece programas de saúde, incluindo apoio psicológico.
A Arcos Dorados participa do mutirão de retificação de nome civil “Meu nome de verdade”, promovido pelo Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, que visa desburocratizar o acesso a um direito fundamental e permitir que a identidade civil desses cidadãos esteja em conformidade com sua realidade.
Desafios e conquistas na liderança
Atualmente, 1,5% dos cargos de liderança na Arcos Dorados são ocupados por pessoas trans. A empresa conta com mais de 900 colaboradores que se identificam como trans, e quase um terço deles utiliza nome social em todas as comunicações. Fábio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão da Divisão Brasil da Arcos Dorados, afirma que a missão da empresa é ser uma porta de entrada para o mercado de trabalho, onde o respeito à identidade é fundamental para o sucesso profissional.
Histórias de inclusão e acolhimento
Angelina Carneiro, 24 anos, Atendente, e Lucas dos Santos Melo Nunes, 19 anos, Treinador, são exemplos de como a Arcos Dorados tem impactado a vida de pessoas trans. Angelina, que chegou ao Brasil em 2022, encontrou no McDonald’s um ambiente acolhedor e respeitoso, enquanto Lucas destacou o respeito e acolhimento que recebeu desde sua primeira entrevista.
Opinião
A Arcos Dorados demonstra que a inclusão vai além de políticas, sendo uma prática diária que transforma vidas e constrói um ambiente de trabalho mais justo e respeitoso.
