Política

Lula relembra Holocausto e condena autoritarismo e ódio em mensagem impactante

Lula relembra Holocausto e condena autoritarismo e ódio em mensagem impactante

Em homenagem ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado em 27 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou suas redes sociais para recordar a tragédia que resultou na morte de cerca de 11 milhões de pessoas, entre elas mais de 1 milhão de judeus exterminados no campo de concentração de Auschwitz.

Lula destacou a importância de não esquecer os horrores cometidos pela humanidade, enfatizando que o autoritarismo, os discursos de ódio e o preconceito étnico e religioso foram elementos fundamentais na construção dessa grande tragédia do século XX. “Um dia de recordar os que perderam suas vidas e prestar solidariedade às milhões de famílias destruídas e ao sofrimento de todo um povo”, afirmou o presidente.

A Libertação de Auschwitz

O campo de concentração de Auschwitz foi libertado em 27 de janeiro, há mais de 80 anos, por soldados do Exército Vermelho da União Soviética, que faziam parte da aliança vitoriosa contra Adolf Hitler. Lula também lembrou que, em 2004, assinou uma petição à ONU para que essa data fosse oficialmente reconhecida, em um encontro com Israel Singer, do Congresso Judaico Mundial.

Compromisso do Brasil

Além da mensagem do presidente, o Ministério das Relações Exteriores também prestou homenagem às vítimas do nazismo, reiterando a firme condenação do Brasil a atos de antissemitismo. O ministério ressaltou a importância de combater a desinformação, o discurso de ódio e o negacionismo histórico, especialmente no ambiente digital.

O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto foi estabelecido pela Resolução 60/7 da ONU, adotada em 2005, que convoca os Estados-membros a honrarem a memória das vítimas e a promoverem programas educativos que incentivem a tolerância e previnam genocídios futuros.

Opinião

As reflexões de Lula são um importante lembrete sobre os perigos do autoritarismo e da intolerância, fundamentais para a construção de um futuro mais justo e pacífico.