A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), anunciou sua pré-candidatura ao Senado Federal pelo Paraná nas eleições de 2026. O anúncio aconteceu em 21 de janeiro de 2026, após uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do PT, Edinho Silva, e o diretor-geral de Itaipu, Enio Verri.
Gleisi, que é deputada federal licenciada, reafirmou seu compromisso em fortalecer o projeto liderado por Lula no estado. Durante a reunião, Enio Verri, que inicialmente havia sido anunciado como pré-candidato ao Senado, decidiu abrir mão de sua candidatura a pedido de Lula, permitindo que Gleisi assumisse a disputa.
“Portanto, o que antes já estava bem desenhado, que era a minha pré-candidatura ao Senado e a pré-candidatura da Gleisi a deputada federal, foi alterado”, afirmou Verri em um evento em Foz do Iguaçu. Ele destacou que estava ciente da decisão de Lula e que agora a disputa seria entre Gleisi e os candidatos da direita.
O PT está focado em evitar uma vitória dupla da direita no Paraná, que já conta com pré-candidaturas de nomes como Deltan Dallagnol (Novo), Filipe Barros (PL) e Cristina Graeml (União). Os ministros que pretendem disputar as eleições devem deixar seus cargos até 4 de abril de 2026, e a expectativa é que ao menos 20 deles se afastem.
Opinião
A pré-candidatura de Gleisi Hoffmann ao Senado representa uma estratégia do PT para consolidar sua presença no Paraná, diante da forte concorrência da direita.
